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Para crianças e adultos: tripp trapp, vegetarianismo e Kontakthof

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O problema de querer falar sobre coisas diferentes em um mesmo post é que o título fica enorme, pra poder contemplar a todas elas igualmente. Mas, não foi à toa que juntei a cadeira escandinava Tripp Trapp, um livro de receitas vegetarianas e o documentário Sonhos em Movimento sobre o espetáculo Kontakthof. A ideia aqui é trazer sugestões que podem ser compartilhadas entre adultos e crianças, entre pais e filhos, invertendo um pouco a lógica que costumamos usar para “classificar” certas coisas da vida.

Aqui no Brasil, a gente se acostumou a incluir na lista do enxoval, o cadeirão de alimentação para os bebês que é de plástico, bem grandão e alto, com uma bandeja acoplada. Ele faria mais fáceis os momentos de refeição para as crianças de até 2 anos mais ou menos. Mas, já tem 4 décadas que os europeus adotaram um hábito diferente (que agora pode ser adquirido por nós!): comprar uma cadeira ajustável, de madeira maciça, com uma garantia de quase dez anos, e usabilidade de uma vida! Quer dizer, o cadeirão pode não ser apenas um item específico para os bebês, pode ser a inauguração de um lugarzinho à mais na mesa da refeição, quando chega mais um membro à família. Pois, a cadeira que tem 40 anos de mercado, a Tripp Trapp, que possui todas essas qualidades mencionadas, pode ser usada diante da mesma mesa de todos. E, depois que o bebê cresce e passa dos 2, 3 anos, ela continua sendo usada, pois pode ser ajustada até mesmo para um adulto!  Alem disso, existem acessórios para tornar a cadeira mais segura e confortável, como o cinto de segurança e o acolchoado. Tudo disponível em nossa loja física, na galeria Ipanema 2000, sobreloja.

Outro produto muito bacana que acabamos de adquirir em nossa loja é o livro Hearty Vegan Meals for Monster Appetites (Refeições vegetarianas saudáveis para apetites monstros). Nele, você entende por que é possível sim ser vegetariano e educar a alimentação de seu filho nessa mesma linha. O livro oferece mais de 200 receitas caprichadas, sem uso de carne animal, com ilustrações lindas e orientações bem práticas. Tem até uma receita de linguiça vegan! Portanto, é mais um produto para ser compartilhado com as crianças. Se você é uma mãe vegetariana, inspire-se na dedicatória dos autores do livro:

 

 

 

 

 

E, por fim, quero falar de um filme alemão que está no cinema, aqui no Rio de Janeiro, ao qual assisti acompanhada de milha filha de 3 aninhos, o Sonhos em Movimento, que retrata os ensaios de adolescentes para o espetáculo Kontakthof, da famosa Pina Bausch. A ideia de levá-la comigo surgiu quando eu estava assistindo ao trailer no notebook enquanto ela brincava com um livrinho ao meu lado. Quando o vídeo acabou, ela exclamou: “de novo!”. Percebi que ela tinha gostado muito, mesmo o trailer sendo em alemão e não tendo qualquer menção a personagens infantis conhecidos. O gosto dela pela música e pela dança foi o que produziu este efeito! Verifiquei que a indicação etária era livre, e fomos então, no mesmo dia, ao cinema, assistir ao documentário – o segundo de Laura, depois de ter visto Babies aos 2 anos. Ela acabou dormindo a maior parte do filme! Mas, fiquei satisfeita com a experiência, por que pude assisti-lo tranquilamente e também acredito que assim estimulo a bagagem cultural de minha filha. Afinal, não são só as princesas que dançam!

Crianças nos surpreendem. Não devemos subestimá-las!

 

Dicas para uma festa de aniversário “consciente”

quarta-feira, 21 de março de 2012

Quando se fala em festa infantil, a imagem que nos vem a mente geralmente é de uma mesa repleta de enfeites de isopor, um mundo de balões, montes de presentes lindamente embrulhados em papéis brilhantes, sacolinhas para os pequenos convidados repletas de docinhos e brinquedinhos de plástico, um buffet com litros de refrigerante e milhares de salgadinhos para saciar a fome da criançada. Afinal, é dia de festa!

Cada época possui ainda seus modismos. De uns anos para cá tornou-se usual comemorar o aniversário dos pequeno em casas de festas especializadas, em função de uma necessidade cada vez mais presente. Porque é comum ambos os pais trabalharem e o tempo disponível para a organização fica escasso. Assim, os pacotes oferecidos pelas casas de festas, apesar de poderem sair mais caros, parecem uma possibilidade bastante atraente. As festas promovidas por esses buffets ficam bonitas e extremamente práticas, mas causam um enorme desperdício! Sem falar na qualidade da comida disponível. A lista acima se expande e o lixo no fim da festa acrescenta mais vários quilos aos aterros sanitários.

Mas, algumas ideias geniais tem surgido, conciliando sustentabilidade e beleza. Os balões de gás, por exemplo, podem ser substituídos por fitas coloridas, tecidos, e até aquelas luminárias de papel chinesas. E, para a decoração ficar harmoniosa, a mesa do bolo pode ser coberta por uma toalha de tecido (ao invés das descartáveis de plástico). Outra moda que pode (e deve!) pegar é a do buffet saudável, com muita fruta, nenhuma fritura e poucos doces, além de sanduíches e o famoso pão de queijo. Sacolés e picolés de frutas podem ser um atrativo a mais! Tem gente que opta também por salgados integrais e nada – nada mesmo – de refrigerantes. Essas duas últimas  escolhas parecem ser as mais radicais, mas se você pensar bem, mesmo pesando um pouco mais no bolso, os integrais são muito mais eficientes em encher a barriga da criançada (o pode fazer você economizar com outros itens) e os refris podem ser substituídos por uma receita caseira ensinada no blog Dicas da Mel.

Além de tudo, você, cliente What Mommy Needs, que não quer deixar de comemorar a altura o aniversário de seu filho, mesmo tendo consciência ecológica e preocupação com uma alimentação de qualidade, irá se beneficiar muito das opções que nossos blogs e nossa loja tem a oferecer! Entendendo as necessidades das famílias nos dias de hoje e sempre buscando o consumo consciente, nossa proposta é ajuda-lo a planejar uma festa tão alegre e linda, mas com sustentabilidade e saúde. Além das dicas de bebidas, comidinhas e decoração do Blog Dicas da Mel, oferecemos também a opcão da lista de presentes, cujo principal objetivo é evitar o exagero e prevenir que a criança receba brinquedos repetidos. Além do mais, os artigos que comporão a lista de presentes têm uma preocupação com a sustentabilidade do planeta e chegam em embrulhos personalizados feitos com material reutilizado.

*Imagens: Refrigerante caseiro de limão siciliano e hortelã, e festa com decoração de tecidos ao invés de bolas de gás

*Conheça nossa Promoção Permanente para listas de presente: o cliente criador da lista ganha um vale compras no valor de 10% do total de itens da lista comprados por seus convidados. Conheça as condições aqui.

 

Fast-food saudável

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Tem dias em que chegamos em casa tarde, já passando a hora do jantar e não tem nada pronto na geladeira. O que você costuma fazer nestas situações? Liga para o restaurante da esquina? A pizzaria mais próxima? Tira um daqueles pratos vendidos prontos do congelador e esquenta no microondas? Apela para os nuggets? De vez em quando, que mal tem? O problema é que todos já vivenciamos períodos em que a correria parece ser norma. Nestes casos, sem uma boa capacidade de planejamento e organização, é muito fácil fazer com que aquilo que era exceção se torne regra. E para falar a verdade, até as poucas pessoas que usufruem das qualidades citadas acima não são infalíveis. Nestas horas precisamos de um “plano B” e é aí que podemos fazer uso de algumas receitas-chave que são super fáceis e, claro, expressas! Por isso estou chamando de fast-food, usando o sentido literal do termo.

A que apresento hoje é feita com bifum, macarrão oriental feito de arroz. Ou seja, ele pode ser consumido por aqueles que são intolerantes ao glúten, o que é uma super vantagem! E rende muito! Eu geralmente uso apenas metade do saco de bifum e sempre sobra. No entanto, é claro que se sua família for numerosa ou se você tem adolescentes em casa, provavelmente vai precisar do saco todo. Se você comprar no hortifruti ou na feira perto da sua casa os legumes já cortados, o prato pode ficar pronto entre cinco a dez minutos. Cortar tudo é o que dá mais trabalho e consome mais tempo nesta receita. Claro que comprar cortado encarece um pouco mais, já que os legumes são vendidos mais caros desta forma, mas é sempre uma opção se o tempo é escasso.

Então vamos lá… Para quem nunca usou o bifum, o processo é quase o mesmo que o de cozimento do espaguete. Você enche uma panela com água e a põe para ferver. Uma vez fervida, coloca o macarrão na água, mexe para soltar os fios e escorre quando ele estiver pronto (observação: eu não coloco sal na água. O molho shoyo usado nesta receita já é bem salgado). A diferença na preparação do Bifum e do macarrão tradicional é que no primeiro você desliga o fogo quando for colocá-lo na água e deixa imerso na mesma por menos de 5 minutos (leia as instruções da embalagem, pois há pequenas variações entre cada marca). Sim… só precisa disso para ele estar pronto. Como eu disse, é expresso!

Minha sugestão é: na hora que for colocar a água do macarrão para ferver, comece a esquentar também uma frigideira larga. Nela você vai cozinhar a carne (caso não queira uma versão vegetariana) e os legumes. Assim ficará tudo pronto na mesma hora e aí é só juntar os dois. A ordem em que os ingredientes serão adicionados à frigideira deve levar em conta o tempo de cozimento do que está sendo usado. Ou seja, depende do que você escolher colocar no seu macarrão. Essa é outra maravilha desta receita. As combinações são inúmeras. Abaixo coloco apenas uma sugestão, mas experimente e descubra qual é a favorita de sua família. Eu as vezes prefiro a versão vegetariana. Neste caso começo cozinhando os cogumelos em um pouco de azeite ou óleo de gergelim, aí acrescento a cebola, o gengibre, a cenoura, o reponho, o broto de feijão, a couve-flor e o brócolis. Mas, se você for usar carne (que pode ser qualquer uma: de vaca, de porco ou peito de frango), comece por ela e depois acrescente o restante. Observação: Camarão também vai muito bem nesta receita, mas como ele cozinha super rápido, acho melhor fezê-lo, separá-lo e acrescentá-lo no final.

Quando a carne e os legumes já estiverem cozidos, acrescente o molho shoyo. Se preferir um molho mais cremoso (melhor aderência ao macarrão), pode diluir uma colher de chá de amido de milho (a marca mais conhecida é a Maizena) em 1/4 de xícara de água e despejar esta mistura na frigideira, mexendo sem parar até engrossar o molho. Pode parecer muito molho inicialmente, mas lembre-se que ainda falta acrescentar o bifum. Pois então, acrescente o bifum, o gergelim, misture e salpique a cebolinha. Voilà!

Momentos antes de adicionar o bifum (nesse não tem brócolis)

INGREDIENTES:
200g a 300g da carne de sua preferência
Bifum
200g de cogumelos ou uma bandeja (como são vendidos nos mercados e hortifruti)
1 cebola cortada em fatias
1 cenoura ralada
1/4 de reponho cortado em tiras finas
120g de broto de feijão ou meio saco (como são vendidos nos mercados e hortifruti)
1/4 de xícara de couve-flor pre-cozida picada
1/4 de xícara brócolis pre-cozido picado
1/4 de xícara de molho shoyo
10g de gengibre ralado (opcional)
2 colheres de sopa de gergelim
cebolinha picada para polvilhar

Dicas para um bolo perfeito!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Abaixo coloco algumas dicas na hora de fazer um bolo que aprendi com minha mãe, o tempo, a experiência e leitura. Se você seguir estes princípios básicos, não tenho dúvidas de que seu bolo sairá sempre perfeito! Não é preciso muito para um bolo ser um sucesso e delicioso, mas algumas pequenas desatenções são capazes de frustrar todo o esforço empregado em uma receita.

Calma… não se desespere! Tenho amigos próximos que estão acostumados a cozinhar, mas a idéia de fazer um bolo é algo que lhes causa arrepios e dão como certo o fracasso. Bolo foi uma das primeiras coisas que aprendi a fazer na cozinha ainda pequena e até hoje não lembro de ter dado errado nenhuma de minhas tentativas. E olha que eu gosto de experimentar! Cada vez tento uma receita nova, pois tenho muitas em casa, e estou sempre em busca do melhor bolo de chocolate, laranja, cenoura, coco, mel, nozes etc. Ter uma boa receita já é ter 80% de sucesso garantido. Os outros 20% ficam por conta de alguns truques, os quais eu listo abaixo. Prestem bastante atenção nestas dicas, pois já vi receitas cujas instruções de preparo indicam, por exemplo, misturar o fermento no início da receita (não se deve bater muito o fermento, pois o bolo pode solar). Assim, geralmente eu uso as receitas que tenho mais para saber a quantidade dos ingredientes do que qualquer coisa. Com a experiência fui ganhando confiança e hoje me aventuro mais, mas poucas são as pessoas que têm a capacidade ir criando uma receita de bolo conforme vai misturando os ingredientes e dar certo. Isso é mais comum quando se está cozinhando comida em geral, porém na hora de fazer bolos e pães as medidas são importantes.

 

Dicas:

1) É muito importante pre-aquecer o forno. Isso garante uma assado homogêneo e em temperatura média-alta durante todo o cozimento. Ligue o forno assim que entrar na cozinha para separar os ingredientes. Observação: Em um forno com temperatura muito alta, o bolo assará primeiro nas laterais, elevando o centro, provocando o formato “cogumelo”.

2) Sempre asse o bolo no meio do forno, onde a temperatura é mais homogênea. Supondo um forno de duas prateleiras a gás, o nível inferior (chão) a temperatura costuma ficar muito alta e na superior, muito baixa.

3) Para garantir um bolo “molhadinho”, coloque uma forma com água no “chão” do forno. Atenção: faça isso assim que ligar o forno, pois se deixar para colocar quando a água junto com o bolo a temperatura do forno vai cair, visto que terá troca de calor com o bolo e a água. Claro que vc pode colocar uma forma com água já fervendo, mas é mais arriscado de acontecer algum acidente, concorda?

4) Sempre usar ovos frescos.

5) Para um melhor resultado, prefira usar manteiga e ovos em temperatura ambiente. Para isso, basta deixá-los cerca de 40 minutos fora da geladeira.

6) Sempre usar manteiga sem sal. Para mim, essa regra vale sempre! Para qualquer coisa que eu cozinhe que leve manteiga.

7) Quando usar farinha integral (nunca deve-se usar mais que 50% do total de farinha da receita), penere-a para eliminar os grãos maiores. Na verdade, você pode sempre peneirar todas as farinhas se desejar. A princípio, isso deixa a massa mais fofa.

8) Sempre use o açúcar refinado. Cristal ou demerara podem aparecer em algumas receitas (raro!), mas em geral eles exigem que o açúcar seja dissolvido na manteiga em fogo brando.

9) se for fazer um bolo que leva passas, gotas de chocolate ou similares, antes de acrescentá-los a massa (geralmente uma das últimas coisas a serem feitas antes do bolo ir para o forno) passe-os na farinha. Uma colher de sopa para uma xícara costuma ser o suficiente. Isso garante que eles sejam distribuídos uniformemente na massa. Ou seja, não fiquem concentrados no fundo da forma.

10) O fermento geralmente deve ser o último ingrediente a ser acrescentado, pois conforme coloquei acima, ele deve ser misturado apenas até que seja incorporado à massa. Muitas receitas determinam que ele deve ser acrescentado junto com a farinha (no meio do processo, geralmente depois de ter dissolvido o açúcar na manteiga). Eu sempre ignoro essa recomendação e o acrescento no final, pois se for batido em excesso o bolo sola (fica com consistência de pudim). Tem gente que gosta, mas eu prefiro meu bolo bem fofinho.

11) Não esqueça de untar a forma antes de colocar a massa. O que é isso? Nada mais do que passar manteiga, margarina ou óleo por toda a parte da forma em que a massa deve entrar em contato. Você também pode polvilhar com farinha depois de untar como garantia extra. Se não untar a forma, não conseguirá desenformar o bolo ou terá dificuldade de cortar pedaços inteiros.

12) A não ser que você esteja fazendo um brownie ou cupcakes/muffins, um bolo não estará assado antes de passados 40 minutos. De nada adianta ficar abrindo o forno de 5 em 5 minutos para ver se já está bom. Tente resistir a tentação de abrir a porta do forno pelo menos nos primeiros 3/4 do tempo de cozimento indicado na receita. Este é um período crítico do cozimento e da ação do fermento.

13) Para verificar se um bolo já está cozido, enfie um palito/garfo/faca no centro. Se sair limpo, o bolo já cozinhou por inteiro. Se ele sair com massa grudado nele, ainda deve ficar alguns minutos no forno.

14) Não tente desenformar o bolo quando ele estiver quente, pois provavelmente ele rachará ou se quebrará.

 

Como última dica queria sugerir que sempre que possível acrescente algum legume a sua massa de bolo. Eles não costumam alterar o sabor e ainda proporcionam mais umidade ao bolo. Sem contar que acrescenta nutrientes. Algumas sugestões são o bolo de cenoura (claro!) e abobrinha ou purê de beterraba no bolo de chocolate. Hummmm…

 

Pasta de azeitona

domingo, 16 de outubro de 2011

Quase todo mundo gosta de azeitona e ela acaba sendo sempre um sucesso como petisco. Mas, se você quiser tentar algo diferente para variar, essa receita de pastinha pode ser uma boa pedida. Mesmo que não tenha nenhuma reunião entre amigos prevista para acontecer em sua casa nas próximas semanas, que tal fazê-la para variar um pouco o lanche da tarde? Pois é, essa pasta de azeitona pode fazer toda a diferença em um sanduiche com salada. Vale a pena experimentar! O meu marido votou nessa pastinha como a melhor dentre as 5 que eu fiz para a reuniãozinha aqui em casa. E o melhor de tudo: é super simples de fazer e leva poucos ingredientes! 

 

INGREDIENTES:

- 100g de azeitonas escorridas e sem caroço. Pode ser tanto da preta quanto da verde, qual você preferir. Na da foto eu optei pela verde, pois é a que eu tinha em casa.

- 100g de ricota ou cream cheese. Depende da consistência que você quer que sua pastinha tenha. Eu usei ricota na que está na foto.

- Azeite a vontade. Sugiro ir colocando o azeite aos poucos até atingir a consistência e sabor desejado.

- Uma pitada de pimenta do reino (opcional).

 

MODO DE PREPARO:

1 – Bata as azeitonas no processador até virar quase uma pasta. Se você não tem um processador, pode usar o liquidificador ou o mixer para essa tarefa. Neste caso, vai demorar um pouco mais para alcançar a consistência desejada. Provavelmente será mais fácil se você fizer menores porções da pastinha por vez, ou mesmo acrescentar algo que torne a pastinha mais líquida, como maior quantidade de azeite ou mesmo água.

2 – Acrescente a ricota ou o cream cheese (ou um pouquinho de cada, por que não?), o azeite e uma pitada de pimenta. Bata novamente até atingir a consistência desejada. Está pronto!

 Não acrescento sal porque as azeitonas já costumam ser bem salgadas. Reparem também que não coloco maionese. A maioria das pastinhas compradas prontas são feitas com maionese. Eu evito o uso deste ingrediente sempre que posso. Ainda mais se você, assim como eu, é adepta do ovo caipira (até mais pela qualidade de vida dos animais do que qualquer outra coisa). As maioneses vendidas em supermercados usam ovos de granja e sabe-se lá que óleo e azeite elas põem no produto.

Essa receita produz pastinha suficiente para 6 a 10 pessoas e conserva bem na geladeira por até uma semana.

 Obs – É possível usar o pó da azeitona para fazer esta pastinha ao invés de batê-las no processador. Para fazer o pó basta levar as azeitonas sem caroço ao microondas sobre um papel toalha por cerca de 1 minuto. O microondas desidratará as azeitonas, sendo elas facilmente transformadas em pó com o auxílio de um pilão, por exemplo. Experimente também usar o pó de azeitona para temperar carnes ou fazer um crust.

Aperitivo de tomate, manjericão e queijo – simples, mas lindo e delicioso

quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Manjericão é uma das minhas ervas favoritas. Seu sabor forte, no entanto, sugere que seja usada com parcimônia, se não pode dominar o prato. Sou obrigada a confessar que nem sempre sigo essa regra. Tomate com manjericão então é uma combinação maravilhosa. Arriscaria a dizer até, perfeita!
Hoje já não sei mais dizer para vocês se vi essa ideia de aperitivo em algum lugar ou se um belo dia eu simplesmente tive um insight. O que importa é que fica uma graça, é super refrescante (ideal para os dias de calorão) e, o melhor de tudo, é muito fácil de fazer. Não exige fogo, forno ou qualquer aparelho doméstico além de uma faca. Dá até para pedir ajuda para as crianças, envolvendo-as nos preparativos para a reuniãozinha em casa.

Aperitivo de tomate, manjericão e queijo

 

INGREDIENTES:
- Uma caixa de tomates cereja ou variedade similar (recentemente tem aparecido nos mercados e feiras uns menores ainda, como os que estão na foto)
- Um ramo de manjericão fresco
- Mais ou menos 100g de mussarela de búfala ou queijo minas (fica melhor com a mussarela. Os da foto estão com queijo minas, pois era o que eu tinha em casa)
- Um fio de azeite e pimenta do reino (opcional)

MODO DE PREPARO:
1) Lave os tomates e o manjericão.
2) Caso os tomates utilizados sejam grandinhos, corte-os ao meio para ficar mais delicado e melhor equilibrar os sabores.
3) Corte o queijo em cubinhos. Se estiver usando mussarela de búfala em nozinhos, corte-os ao meio.
4) Agora é só espetar os tomates no palito de dente, seguido uma folhinha de manjericão e o queijo. Coloco nesta ordem pois percebo que fica mais fácil de apresentar o aperitivo em pé e acho mais bonitinho, mas na verdade a ordem dos fatores não altera o produto. Esta é a etapa ideal para introduzir as crianças, se for o caso.
5) Depois que arrumo os palitos no prato, passo um fio de azeite e pimenta moída na hora para temperar. Eu costumo utilizar uma pimenta com 5 grãos em meu moedor (pimenta do reino, pimenta branca, pimenta verde, pimenta rosa e pimenta jamaica), mas se você só tiver a do reino em casa também fica ótimo. Não acho que precise de sal, pois o queijo já tem bastante, mas reconheço que pode ser insuficiente para algumas pessoas. Fica a seu critério, mas procure evitar. Estamos consumindo quase o dobro da recomendação diária de sal.

Não é o máximo?!

Bate-papo com saúde! Porque petiscar não precisa ser sinônimo de pé-na-jaca

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aqui em casa gostamos muito de receber os amigos para um bate-papo agradável nos finais de semana. Porém, momentos como estes podem ser extremamente estressante para algumas pessoas. Acredito que um dos segredos para evitar este tipo de situação é oferecer comidinhas que possam ser preparadas com antecedência. Assim, você consegue fazer tudo com calma, no seu tempo, e quando os amigos e/ou parentes estiverem na sua casa, poderá lhes dar atenção e curtir uma agradável tarde com pessoas queridas.

Então, o assunto de hoje é algo que, sem que eu percebesse, se tornou uma das minhas especialidades: petiscos! Arrisco-me a dizer que na cultura de boteco carioca, petisco e alimentação saudável são, na maioria das vezes, incompatíveis. Muitos dos tradicionais quitutes consumidos em momentos de conversa fiada são fritos. Acontece que aqui em casa minha cozinha só vê fritura no máximo duas vezes no ano. Ao contrário da maioria das famílias brasileiras – que usam em média 5 litros de óleo por mês (!!!) – uma garrafa de óleo vegetal pode durar tranquilamente uns seis meses por aqui. Isso porque tenho duas receitas de bolo que eu adoro que usam óleo ao invés de manteiga ou margarina, então grande parte vai para o preparo destas delícias. O baixo consumo que faço de óleo é em parte devido a hábito adquirido desde a infância (thank you, mummy!) e em parte porque não tenho paciência para limpar toda a sujeira provocada pela fritura. Sem petiscos fritos, não há sujeira de gordura para tirar do fogão, dos utensílios e do chão e você não precisará ir para cozinha quando os seus convidados chegarem. Sim, porque frito é gostoso quando é feito na hora.

É claro que tem muita porcaria por aí que não é frita. A idéia com este post, no entanto, é mostrar que é possível organizar uma festinha sem deixar de lado a preocupação com a saúde. Inauguro, assim, uma nova seção no blog onde publicarei algumas receitinhas fáceis de fazer, versáteis, deliciosas e, claro, mais saudáveis. Os petiscos que postarei são perfeitos, por exemplo, para um chá de bebê.

A foto abaixo mostra parte das guloseimas que fiz para a última reuniãozinha aqui em casa.

 

Dependendo de quantos convidados você tenha e do tamanho do espaço disponível, é interessante distribuir cumbuquinhas pela casa com diferentes tira-gosto. Azeitonas são sempre sucesso garantido para este fim. Neste dia coloquei também as pimentas biquinho. Para minha surpresa, quase nenhum dos meus convidados conhecia esta gostosura. Eu amo a ardência das pimentas, mas apesar do nome, diria que essa aqui tem ardência quase zero, restando apenas o saber doce da fruta e azedo do vinagre no qual foi conservada. Então não é preciso se preocupar com aqueles que não curtem o ardido das pimentas. Assim como a azeitona, o trabalho que você terá com esse tira-gosto é o de abrir um potinho. No supermercado elas costumam ficar na mesma estante que enlatados e conservas (afinal, esta é uma conserva!), como aquelas cebolas pequeninas também conservadas no vinagre que são outra boa opção bem clássica. As pimentas biquinho acabaram sendo uma agradável surpresa para meus convidados.

Na foto é possível reparar ainda na petisqueira a presença de amendoim estilo japonês temperado com páprica. Para uma opção mais sofisticada, diversa e saudável, eu sugiro um mix com iguais porções de uvas-passa, damasco seco (corte-os em quatro), castanha de caju e amendoim sem casca ou nozes. Essa combinação fica perfeita!

No potinho preto no fundo há uma porção de pinhão. Aproveitei que está na época. O inconveniente aqui no caso é ter que descascar. Nem todos os convidados tem essa disposição. Apesar de essa semente ser muito comum no sul do país, no Rio de Janeiro muitos não conhecem ou pelo menos não sabem como preparar. O segredo para ficar fácil de descascar depois de cozido é realizar um corte nas pontas (eu costumo fazer em forma de cruz). Assim, depois que o pinhão cozinhar na panela de pressão com água e sal por 30 minutos (contados depois que começar a “chiar”) será mais fácil remover a casca.

Não percam os próximos posts de série, onde publicarei mais algumas sugestões de petiscos e as receitas das pastinhas presentes na foto. Tem de tomate seco, azeitona, sardinha, homus e babaganu.

 

 

Inspiração árabe: legumes recheados

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Na sua casa costuma ser uma guerra fazer os pequenos comerem legumes? Antes de dizer que a criança definitivamente não gosta disso ou daquilo, deve-se oferecer o alimento algumas vezes, de preferência apresentado-o em diferentes formas de preparo. Talvez o pimentão cru, por exemplo, com seu gosto forte e textura crocante, não faça muito sucesso com seu filho. Que tal então assá-lo? E se mesmo assim nada funcionar, não se desespere ou force a criança. Nosso paladar muda muito ao longo da vida. Eu, por exemplo, odiava berinjela. Quem hoje não gosta de algo que não suportava quando pequeno? Se comer frutas, legumes e verduras é um habito na sua casa, provavelmente seu filho vai adotar essa idéia com o tempo.

A receita que trago hoje é super simples e é perfeita para aqueles que torcem o nariz para pimentão, berinjela, abobrinha ou repolho. Minha sugestão tem inspiração árabe! Estou dizendo inspiração porque em momento algum tive a preocupação de usar os temperos tradicionais da cozinha árabe ou mesmo seguir os passos como manda a tradição, mas sintam-se livres para fazer isso. Apenas abri a geladeira, tentando verificar o que tínhamos em estoque para fazer o jantar, e os mantimentos disponíveis me lembraram na hora um prato de um dos meus restaurantes preferidos no Centro do Rio de Janeiro, que tem um ambiente super simples e fica escondido num dos pontos mais movimentados da cidade em meio a bugigangas das mais diversas. Pena que só funciona de 2ª a sábado no horário de almoço, então raramente posso ir. Vendo aqueles ingredientes na minha frente, pensei: por que não? Além de matar a vontade de algo diferente e gostoso, refeições temáticas são também sucesso na certa com a criançada. Ora… o momento da refeição pode ser tornar uma divertida ocasião para aprender sobre uma cultura diferente ou região do país ou mesmo já ir entrando a galerinha no clima da próxima viagem de família se ela estiver próxima. Se estiver empolgado, pode inclusive caprichar na decoração da mesa e colocar uma música ambiente relacionada com o tema da refeição. Não precisar ser nada grandioso, pequenas mudanças já fazem toda a diferença. Tornar a alimentação um momento lúdico é estratégico se você tem em casa um público implicante com comida.

Hoje estou apostando na comida árabe. Mas não é preciso ir tão longe. Que tal, por exemplo, uma moqueca capixaba ou um camarão na moranga ou uma galinha com quiabo ou um cozido campeiro com pirão?

Berinjela e pimentão recheados

INGREDIENTES:

½ xícara de arroz integral de sua preferência (eu gosto muito do cateto vermelho)

½ xícara de lentilha

½ xícara de carne moída ou proteína de soja, se preferir (opcional)

legumes (a sugestão é usar pimentão, berinjela, abobrinha e/ou folhas de repolho)

 

MODO DE PREPARO:

- Prepare o arroz, a lentilha e a carne moída da forma como está acostumada a fazer no seu dia-a-dia. Meu jantar saiu em cerca de 40 minutos, pois já estava tudo pronto na geladeira. Ou seja, esse prato pode ser preparado com sobras, dando vida nova a comida e evitando o desperdício! Dica: Eu costumo cozinhar o arroz junto com a lentilha. É prático, rápido, econômico, faz menos sujeira e ainda é nutritivo. Quer mais o quê? Aliás, basicamente foi por isso que a lentilha acabou entrando nesta receita.

- Misture o arroz integral, a lentilha e a carne moída cozidos em uma tigela. Este é o recheio.

- Lave os legumes. No caso da berinjela e a abobrinha, corte-as no meio e retire parte do meio do legume, criando uma covinha onde irá o recheio. Nem pense em jogar isso fora! Misture com o arroz. Se seu filho protestar e só quiser comer o recheio porque viu que o recipiente é um legume, pelo menos ele estará comendo um pouquinho deles sem perceber. O pimentão é mais fácil só retirar a ponta com as sementes e enchê-lo com o recheio, como se você estivesse colocando sorvete em uma casquinha. Lembre-se que o pimentão foi um dos alimentos que apresentou a maior concentração de agrotóxicos no último relatório da Anvisa, então preferencialmente compre orgânico. No caso do repolho, tente separar folhas rasgando o mínimo possível. Coloque um colher de sopa do recheio no meio da folha, dobre-a mais ou menos ao meio, vire as laterais para o centro (serve para garantir que o recheio não vai escapar pelas laterais) e termine de enrolar formando um “charuto”. Deve ficar como um rolinho primavera daqueles da comida chinesa, só que menor.

- Se optou pela berinjela, abobrinha ou pimentão, leve-os ao forno médio por cerca de 30 minutos ou até assar os legumes. No caso do pimentão, optei por enrolá-lo em alumínio garantindo que a “crocância” fosse embora. Você pode colocar queijo parmesão em cima para gratinar se quiser. Eu preferi não fazer isso. No caso do repolho, cozinhe os rolinhos no valor ou em uma panela tampada com um pouquinho de água ou caldo de carne para mais sabor. Mas, por favor, nada de usar aqueles caldos industrializados que são puro sal. Se não tiver caldo, use água e coloque alguns temperos, como cominho, coentro, tomilho etc…

Bolinho de azeitona, alecrim e queijo – receita do piquenique de preparação para o Mamaço Nacional

terça-feira, 5 de julho de 2011

 

Bolinho de azeitona, alecrim e queijo

Este é o último quitute levado por nós ao piquenique de preparação para o Mamaço Nacional no Rio de Janeiro que faltava eu passar a receita. Se você assim como eu nunca teve muita paciência ou mesmo habilidade para fazer pão em casa, vai adorar estes bolinhos. Não é preciso deixar a massa crescer nem sová-la, o que torna-os tão fáceis de fazer como um bolo! Mas eles são salgados, lembrando um pão, e ficam uma delícia quentinhos com manteiga. Para quem perdeu, as outras receitas divulgadas foram de um bolo integral de mel com nozes e passas (opcionais) e uma deliciosa barrinha de cereal caseira.

Quanto aos pães, na minha experiência este é um dos itens onde apenas uma boa receita não parece ser suficiente para o sucesso. Nem preciso dizer que nunca fiquei muito satisfeita com os resultados obtidos em minhas tentativas. Andéa Potsh publicou em seu blog há alguns dias um relato sobre pães com o qual eu me identifiquei muito. Ela disse: “(…) amasso, amasso e a massa gruda nas mãos, lavo as mãos, e amasso de novo, repito a operação, fico irritada, cansada e com os braços doendo, quase amasso a massa contra a parede e termino sovando de menos! Primeiro obstáculo vencido sem honras e já vem o segundo! Saber esperar um pão crescer é uma arte em si só, eu não aguento a expectativa e fico vigiando o pão a cada 5 minutos como se estivesse observando um filho em algum acelerador de crescimento do futuro. Terceiro obstáculo: o pão assando, o aroma invadindo a casa e meu corpo, o pão demora e a fome me consome! Enquanto o pão assa como biscoitos…

Até que dei sorte no primeiro pão que fiz na vida. Na época eu tinha uns 20 anos e decidi tentar uma receita que vi na revista Claudia Cozinha (parece que não publicam mais. Uma pena…). Comprei a revista justamente por causa das receitas de pão, que eram a capa daquela edição. Depois de 4 horas na cozinha, o resultado foi maravilhoso, mas jurei nunca mais fazê-la. Achei que enquanto a massa crescia (a receita previa dois momentos de crescimento intercalados com períodos de sova), eu poderia fazer outras coisas. Doce ilusão! Passei o tempo limpando a zona produzida na cozinha, resultando em 4 horas de dedicação exclusiva. Bom, este definitivamente não é o caso destes bolinhos. Também não quer dizer que deixei de fazer pães por causa desta primeira experiência “traumática” ou em função de minha inabilidade; só escolho muito bem as receitas que faço. Como já deve ter dado para perceber, não costumo ter tempo nem paciência para receitas muito trabalhosas. Tenho algumas pérolas bem guardadinhas que pretendo dividir com vocês com o tempo, ok?

Mezzaluna

O que dá mais trabalho no caso destes bolinhos de azeitona, alecrim e queijo é ralar o queijo e picar as azeitonas e o alecrim. Para esse tipo de tarefa eu acho que uma mezzaluna facilita muito o processo. Mas, como quase ninguém tem essa ferramenta, se estiver naqueles dias de “preguicite aguda” e não quer nem pensar em passar 10 ou 15 minutos cortando e ralando, você pode utilizar um processador. Neste caso, só tome cuidado para não transformar os ingredientes em uma pasta. Poucas pulsadas já deve ser suficiente. Então, vamos a receita!

INGREDIENTES:

1 xícara ou 150g de farinha de trigo integral

1 xícara ou 150g de farinha de trigo

1 pitada de sal

175g de azeitonas pretas sem caroço picadas

35g de queijo parmesão ralado. Dica! Você pode substituir o parmesão por outro queijo de sua preferência, mas eu evitaria queijos com a consistência similar a de mussarela ou queijo prato, pois deixará seu bolinho muito pesado e massudo. Lembre-se que já estamos usando farinha integral, que também pesa a massa.

1 colher de sopa de alecrim fresco picado Dica! Eu amo alecrim, mas ele é bem aromático. Se preferir algo mais suave, substitua por uma mistura de salsa, cebolinha e tomilho frescos. Neste caso pode colocar bem mais do que uma colher de sopa.

2 ovos caipiras

250 ml de leite

125g ou cerca de 6 colheres de sopa de manteiga sem sal derretida

Utensílios necessários: Uma vasilha grande, outra pequena, uma peneira média, uma colher, uma faca, tábua, ralador e 12 forminhas para cupcakes.

 

MODO DE PREPARO:

1) Acenda o forno em temperatura média.

2) Unte com manteiga ou óleo 12 forminhas para cupcake ou use forminhas de papel próprio para cupcake.

3) Em uma vasilha grande misture as farinhas peneiradas, o sal, as azeitonas, o queijo parmesão e o alecrim.

4) Em uma vasilha pequena, bata o leite o os ovos. Só o suficiente para tornar o líquido homogêneo.

5) Faça uma cova no centro da mistura de farinha e deite nela o leite com o ovo e a manteiga derretida. Mexa até que os ingredientes estejam combinados. Dica! Não é necessário mexer muito. A massa deve ficar com gromos mesmo.

6) Distribua a massa nas forminhas de cupcake untadas ou com forminhas de papel. Atenção! Não encha a mais do que ¾ da forma, pois os bolinhos vão crescer.

7) Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 20 minutos, até dourarem ou ao enfiar um palito, garfo ou faca nos bolinhos e sair limpo.

Bolo integral de mel – receita do piquenique de preparação para o Mamaço Nacional

domingo, 26 de junho de 2011

Bolo integral de mel

INGREDIENTES:

1 1/2 xícara de chá preto ou chá mate frio

2 xícaras de farinha de trigo

1 3/4 xícaras de farinha de trigo integral

2 ovos

2 xícaras de açúcar mascavo

1 xícara de mel

3/4 xícara de óleo

1 colher de sopa de fermento

1/2 colher de bicarbonato de sódio

1/2 xícara de passas brancas (opcional)

1/2 xícara de nozes picadas (opcional)

MODO DE PREPARO:

1) Faça o chá preto ou chá mate e deixe esfriar.

2) Acenda o forno em temperatura média. Obs – Prefiro dizer forno médio do que dar a temperatura porque depende muito de forno para forno. No meu, que vai de 180ºC a 295ºC, eu costumo colocar em 250ºC.

3) Unte uma forma grande com óleo e polvilhe com farinha.

4) Em uma vasilha misture as farinhas peneiradas e o fermento e reserve. DICA! Sugiro peneirar sempre que for usar farinha integral em uma receita, pois algumas marcas possuem grãos de trigo que não foram finamente triturados.

5) Na batedeira, bata bem os ovos inteiros com o açúcar. Como neste receita usamos o açúcar mascavo, a mistura não vai ficar “fofa e esbranquiçada” como nas receitas que usam o açúcar refinado, mas o processo é o mesmo.

6) Acrescente à batedeira o mel e o óleo e mexa até ficar homogêneo.

7) Misture o bicarbonato no chá preto e acrescente-o aos poucos à batedeira alternando com a mistura de farinhas e fermento.

8) Se optar por acrescentar as passas e/ou as nozes, DICA! misture-as com uma colher de sopa rasa de farinha de trigo antes de juntá-las à massa para que fiquem uniformemente distribuídas na massa e não se concentrem no fundo da assadeira. Aí é só misturar com uma colher, despejar a massa na forma e levar ao forno por cerca de 40 minutos. DICA! Para saber se um bolo está pronto, basta espetá-lo no centro com um palito, um fósforo ou garfo. Se ele sair limpo (sem nenhuma massa colada nele), o bolo já foi assado por inteiro.

Se preferir, pode fazer cupcakes. Neste caso, o tempo de cozimento é menor. Demora entre 15 a 20 minutos. É só distribuir a massa em forminhas como estas untadas e enfarinhadas ou com forminhas de papel próprio para cupcake (DICA! são diferentes daquelas brancas tradicionalmente utilizadas para empadas, as quais costumam grudar no bolinho e rasgar quando se tenta tirá-las). Lembre-se que não se deve encher mais de 3/4 das forminhas ou da forma grande.

Forma para cupcake (modelo estrangeiro)

Forminhas para cupcake alternativas