Posts com a Tag ‘Consumo Consciente’

Por que é importante falar de publicidade infantil?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A publicidade é hoje em dia uma das fontes de informação que alimentam nossos cérebros atentos ou às vezes nem tanto, bombardeados por imagens, mensagens diretas e subliminares. Na tv, nos outdoors, nas revistas, e nos meios de transporte públicos, na praia, no céu, em quase todo canto há mensagens comerciais, a fim de se vender um produto e/ou ideia. As pessoas tem sido impulsionadas a consumir cada vez mais, sem tempo para refletir sobre a decisão do consumo. Mas ao mesmo tempo, estão ficando cada vez mais resistentes ao bombardeio – sabe quando o barulho é tão persistente e constante que até ignoramos e esquecemos que ele está lá? Então, isso ocorre também quando estamos diante da tv e somos incomodados com todos esses estímulos publicitários. Como você, a maioria das pessoas, não costuma clicar em links patrocinados nos sites, em destaques patrocinados no facebook ou no google, e raramente reparam nos outdoors. Na tv, esperamos chegar a “propaganda” para ir ao banheiro, tomar água, conversar e depois voltar a assistir a programação que nos importa. Assim, vamos criando camadas de defesa contra as armas do marketing abusivo. Mas, os profissionais desse ramo também vão se especializando, vão redirecionando a mensagem para quem ainda não tem tantas defesas, para quem está apenas conhecendo esse mundo do mercado de consumo – as crianças. Além disso, eles vão aperfeiçoando as estratégias, para tornar os anúncios cada vez mais polêmicos, diferentes e até, em alguns casos, bizarros, para chamar nossa atenção a todo custo. As crianças que circulam pelo mundo, vêem revistas e assistem tv, também são bombardeadas, e são convocadas pelos anunciantes a influenciar cada vez mais as decisões de consumo dos pais. Para os pais e responsáveis, é praticamente uma guerra diária lidar com essa pressão.

Então, movidos pelos incômodos, surgem as reações coletivas. Aparecem propostas de controlar melhor o conteúdo e a forma das propagandas, principalmente das direcionadas às crianças. No mundo todo, esse é um tema em pauta. Depois do bum da industrialização em massa, do crescimento econômico a todo custo, os países desenvolvidos estão tendo que encontrar caminhos diferentes para não acabar com todo o estoque de recursos naturais e econômicos que mantém a roda girando. As pessoas estão tendo que aprender a poupar e a consumir conscientemente. Claro que as empresas dirigidas por magnatas ávidos pelo lucro imediato não querem frear o carro, mas em diversas sociedades, elas estão sendo pressionadas a agir de forma mais responsável. É por isso que soluções interessantes tem sido desenvolvidas para que a publicidade não seja só mais uma grande vilã das crianças, das famílias e da sustentabilidade do planeta. Em alguns países, ela foi restrita a determinados espaços e horários, e teve que adequar sua linguagem a um público adulto, educado e crítico. Em outros, ela tem sido regulamentada com balizas mais claras, para adultos e crianças. Em outros, ela tem caído no descrédito e tem corrido atrás para não tornar obsoleta uma das formas mais usuais de comunicação das empresas com os consumidores – afinal, se a publicidade perder completamente sua credibilidade, com que arma os anunciantes brigarão pelos nossos desejos?

Por isso é muito importante falar sobre publicidade infantil. É importante para pais e mães, para as escolas, para os governantes, para os empreendedores e especialmente para os anunciantes. O debate não pode ficar polarizado entre quem odeia publicidade e quem ama. O importante é conhecermos as diferentes estratégias disponíveis por aí, as ideias que estão sendo compartilhadas dentro e fora das mídias sociais, e começar a desenvolver caminhos alternativos – dentro de casa, na rua e na legislação. Por isso, hoje, eu me propus a escrever sobre a experiência francesa quanto à regulação da publicidade infantil, no blog What Mommy Needs.Net. No post, faço uma breve comparação e espero contribuir para que Ongs, coletivos de pais, escolas, marketeiros e governos, se interessem pelo assunto, busquem compreender as alternativas desenvolvidas num país desenvolvido que tem fortes semelhanças conosco em termos de legislação, mas que, na prática, alcança resultados bem diferentes.

Em meu blog pessoal, parte desse portal e da minha empresa, procuro sempre abrir espaço para os debates contemporâneos, para caminharmos juntos para uma sociedade mais sustentável – ainda que às vezes, tudo pareça utópico pra mim! Mas, faço isso com muita dedicação e carinho. Espero que gostem do texto e façam sua contribuição!

Voilà: http://www.whatmommyneeds.net/2012/04/publicidade-infantil-aqui-e-la-polemica.html

Imagem daqui: http://www.pub-bis.com/de-lenjeu-dune-publicite/

Como lidar com o consumo infantil?

quinta-feira, 29 de março de 2012

Como as escolas e as famílias podem orientar as crianças pequenas em relação aos apelos midiáticos para o consumismo?

Por Flávia Lino

Nefasta não é a propaganda, nefasta é a falta de senso crítico diante dela e também a falta de diálogo responsável dos adultos com as crianças sobre ela. Falta o diálogo franco sobre os conteúdos apresentados e destinados às crianças, assistidos por elas. A criança é altamente capaz de entender as nossas ponderações e de pensar sobre elas, com nossa ajuda, claro! Como resistir aos apelos? Conversando e perguntando, fazendo tantas perguntas quantas sejam necessárias para que façam as crianças pensarem e refletirem sobre seu próprio consumo cada vez mais.

Além disso, dizer um firme “não”, mesmo podendo dizer sim, às vezes, faz um bem extraordinário! Essa desculpa de que “não posso comprar porque estou sem dinheiro”, é como se esse fosse o único motivo, pensemos se ele deve ser realmente o único… Os motivos precisam ser claramente expostos em forma de respostas: não, porque você não precisa! Não, porque isso não fica bem em uma pessoa da sua idade! Não, porque esse tipo de calçado não faz nada bem à sua saúde… Explicar, conversar, perguntar. Uma pergunta simples faz pensar mais do que várias respostas: por que – para que você quer isso? (não vale aceitar a nobre resposta: porque eu quero!). Todas essas perguntas, respostas e ponderações podem ajudar a despertar no consumidor mirim algumas desconfianças em relação ao que ele “tem” que ter e ao que ele “precisa” ter.

Pergunte para as crianças o que as deixa feliz de verdade! Pergunte sem dar opções, pergunte e deixe a resposta livre voar da boquinha delas… Será que a maioria dirá que o que a faz feliz é ter tantos pares de sapato ou comprar tantas bonecas iguais com apenas pequenas variações entre elas, ou ainda que a maior felicidade é ter uma prateleira lotada de super-herois e seus superinimigos imortais? Se você acha que sabe a resposta ou se está na dúvida, pergunte! Pergunte e talvez você se surpreenda com a simplicidade do produto ou ação que deixa uma criança feliz. Talvez você não se surpreenda e, se as respostas forem iguais ou semelhantes às que citei anteriormente, então está na hora de agir!, do adulto da relação agir! Que alternativas de lazer e prazer, nós adultos, estando dando para as crianças? Que tipo de conversa sobre sua  vida social e cidadã estamos tendo com ela? As perguntas também são para nós, adultos, nós também precisamos refletir sobre nossa reação aos apelos midiáticos para o consumismo e perceber que exemplo estamos dando.

 

Flávia Lino é pedagoga, especializada em Educação e Novas Mídias, professora do ensino fundamental de uma escola federal, com anos de experiência em escolas privadas, e agora, é colunista da Palavra da Professora. Envie sua pergunta para ela que a cada mês uma será escolhida para ser respondida aqui.

flavitalino@yahoo.com.br

Dicas para uma festa de aniversário “consciente”

quarta-feira, 21 de março de 2012

Quando se fala em festa infantil, a imagem que nos vem a mente geralmente é de uma mesa repleta de enfeites de isopor, um mundo de balões, montes de presentes lindamente embrulhados em papéis brilhantes, sacolinhas para os pequenos convidados repletas de docinhos e brinquedinhos de plástico, um buffet com litros de refrigerante e milhares de salgadinhos para saciar a fome da criançada. Afinal, é dia de festa!

Cada época possui ainda seus modismos. De uns anos para cá tornou-se usual comemorar o aniversário dos pequeno em casas de festas especializadas, em função de uma necessidade cada vez mais presente. Porque é comum ambos os pais trabalharem e o tempo disponível para a organização fica escasso. Assim, os pacotes oferecidos pelas casas de festas, apesar de poderem sair mais caros, parecem uma possibilidade bastante atraente. As festas promovidas por esses buffets ficam bonitas e extremamente práticas, mas causam um enorme desperdício! Sem falar na qualidade da comida disponível. A lista acima se expande e o lixo no fim da festa acrescenta mais vários quilos aos aterros sanitários.

Mas, algumas ideias geniais tem surgido, conciliando sustentabilidade e beleza. Os balões de gás, por exemplo, podem ser substituídos por fitas coloridas, tecidos, e até aquelas luminárias de papel chinesas. E, para a decoração ficar harmoniosa, a mesa do bolo pode ser coberta por uma toalha de tecido (ao invés das descartáveis de plástico). Outra moda que pode (e deve!) pegar é a do buffet saudável, com muita fruta, nenhuma fritura e poucos doces, além de sanduíches e o famoso pão de queijo. Sacolés e picolés de frutas podem ser um atrativo a mais! Tem gente que opta também por salgados integrais e nada – nada mesmo – de refrigerantes. Essas duas últimas  escolhas parecem ser as mais radicais, mas se você pensar bem, mesmo pesando um pouco mais no bolso, os integrais são muito mais eficientes em encher a barriga da criançada (o pode fazer você economizar com outros itens) e os refris podem ser substituídos por uma receita caseira ensinada no blog Dicas da Mel.

Além de tudo, você, cliente What Mommy Needs, que não quer deixar de comemorar a altura o aniversário de seu filho, mesmo tendo consciência ecológica e preocupação com uma alimentação de qualidade, irá se beneficiar muito das opções que nossos blogs e nossa loja tem a oferecer! Entendendo as necessidades das famílias nos dias de hoje e sempre buscando o consumo consciente, nossa proposta é ajuda-lo a planejar uma festa tão alegre e linda, mas com sustentabilidade e saúde. Além das dicas de bebidas, comidinhas e decoração do Blog Dicas da Mel, oferecemos também a opcão da lista de presentes, cujo principal objetivo é evitar o exagero e prevenir que a criança receba brinquedos repetidos. Além do mais, os artigos que comporão a lista de presentes têm uma preocupação com a sustentabilidade do planeta e chegam em embrulhos personalizados feitos com material reutilizado.

*Imagens: Refrigerante caseiro de limão siciliano e hortelã, e festa com decoração de tecidos ao invés de bolas de gás

*Conheça nossa Promoção Permanente para listas de presente: o cliente criador da lista ganha um vale compras no valor de 10% do total de itens da lista comprados por seus convidados. Conheça as condições aqui.

 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Publicamos recentemente uma bela reflexão sobre consumo consciente e saúde no blog What Mommy Needs.Net. Veja um trechinho aqui e vá lá conferir!
Eu sou uma ávida por documentários. Adoro reportagens investigativas e filmes que me fazem pensar sobre a realidade. Há um mundo de informações sobre saúde e sustentabilidade que podem nos ajudar a tomar decisões bem simples no dia dia – decisões que podem mudar nossos destinos, os de nossos filhos e de nossas cidades. E ultimamente tenho me perguntado sobre o que eu faço em relação a essas informações que chegam de vez em quando pra mim através de histórias e imagens maravilhosas. Há tanta coisa a se fazer e ao mesmo tempo fico com uma sensação de impotência. Mas, acho que aos poucos, com minhas escolhas e com os meus textos, posso alcançar interlocutores e encontrar formas de ativismo concretas. Só o fato de selecionar melhor os produtos que compro no mercado já fazem uma diferença, sabia?
Por exemplo, eu gosto muito de ver um programa suíço chamado Temps Present, em que são abordados temas controversos, polêmicos, como o crescente uso de um contraceptivo, entre as adolescentes, que tem alto risco para trombose, as relações entre câncer e produtos químicos que usamos no dia dia, a indústria do amianto e as doenças pulmonares, enfim. Também tem o documentário Vu du Ciel, que é apresentado em episódios na Tv5Monde e na France 3, que aborda vários problemas e oportunidades em relação à preservação ambiental, em diversas partes do mundo – ele é MUITO lindo e MUITO bom! Recentemente, também tenho acompanhado a luta de um cientista da Fiocruz com a indústria do amianto – que já é considerada uma substância cancerígena e já foi banida de diversos países, porém continua poluindo e adoecendo consumidores e trabalhadores por aqui.
Continue lendo aqui

Cinema, literatura e artes para crianças pequenas

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Você já viu o novo tema do Mamatraca quer saber? É sobre a opinião de pais e mães sobre a escola de seus filhos. Aqui no blog eu já discuti bastante esse assunto e não me canso de falar sobre ele, porque, na minha opinião, ainda temos muito o que melhorar, em termos de qualidade das instituições e diálogo com as escolas. E uma das coisas que mais tem me intrigado é sobre o acesso das crianças à cultura no ambiente escolar.

 

Apesar de ainda existirem poucas opções de eventos, filmes e peças infantis legais e acessíveis, aqui em casa a gente se esforça pra que a Laura tenha o máximo de contato com a produção cultural de qualidade do momento. Quer dizer, ficamos atentos para os bons livros que são lançados, os filmes e animações, as peças, e tentamos distinguir entre “produtos” apelativos, que só querem se vender, e as “obras de arte” – que eu defino como trabalhos com conteúdo crítico e construtivo, mesmo quando são cômicos e infantis. Porque, ser infantil não é sinônimo de ser bobo, certo?

Imagem: cena do filme Um gato em Paris

Eu já observei que, na escola, Laura também tem tido oportunidade de entrar em contato com esse universo cultural mais inteligente. Até o momento, gostei de quase todos os livros que foram usados nos projetos literários, e sei que a escola introduz os grande pintores e artistas plásticos nas atividades, apresentando suas histórias de vida e seus trabalhos, incentivando a criação das crianças também. Os murais estão sempre cheios de trabalhinhos de arte e as aulas costumam ser bastante musicadas. Enfim, acho que minha filha tem o privilégio de estar num ambiente escolar estimulante.

 

Mas, eu tenho uma crítica (construtiva!). Acho que, mesmo na primeira fase da educação infantil é possível introduzir temas tipicamente pedagógicos sem apelar para os contos de fadas. E sei que isso é muito comum, muito mesmo. Até a escola da Laura investiu bastante tempo e várias atividades nesse semestre, trabalhando contos tradicionais que tinham princesas e bruxas como personagens. Mas, eu me pergunto porquê não podemos utilizar outros recursos para trabalhar os temas bem/mau, amar/odiar, sorrir/chorar, e suas derivações. Alguns argumentam que os contos de fada mais tradicionais são a expressão mais “pura” das emoções humanas e que por isso ajudam a formar o caráter da pessoa até na idade adulta. Mas, por outro lado, muito estudos tem mostrado que esses contos também são recheados de lições controversas: a passividade e submissão quase natural das meninas complementando o heroísmo dos meninos, a caracterização do mau com cores escuras e com a velhice, o “perigo” da liberdade, o “perigo” dos ambientes naturais como as florestas, etc. Além disso, a oferta de produtos de consumo em torno desses contos é exagerada: é mochila das princesas, estojo da branca de neve, relógio do príncipe encantado (aliás, já parou pra perceber como os príncipes não tem nome nesses contos? Não parece estranho que a única figura masculina forte dessas histórias seja tão sem personalidade que pode ser qualquer homem bonito montado num cavalo?)…

 

Particularmente, eu acho que seria mais construtivo se as escolas aproveitassem mais a oferta do que está rolando no circuito cultural da cidade ao invés de manterem anualmente os mesmos contos e as mesmas atividades. Acho que, a cada semestre, a escola pode pesquisar a programação cultural dos meses seguintes, e fazer um diálogo bacana com ela durante as atividades diárias. Assim, os temas pedagógicos do currículo escolar poderiam ser mais contextualizados com a realidade das crianças, fazendo uma espécie de intercâmbio com temas novos e inusitados (afinal, não é isso que propõe fundamentalmente a pedagogia da libertação de Paulo Freire?). Não acho que os tradicionais contos infantis sejam indispensáveis da educação das crianças. Temas universais são universais e ponto – eles aparecerão de qualquer forma no dia dia da escola. Acho que ofertar demais essas histórias de bruxas e princesas é até mesmo arriscar-se a deixar a criança monotemática, porque, se ela vai ao shopping, lá estão as princesas distribuindo folhetos das peças em cartaz, se ela vai na loja de brinquedos, lá está a enorme seção rosa de bonecas e acessórios para princesas, se liga a tv, mamãe põe o bendito desenho da Bela Adormecida para acompanhar o “tema” do projeto literário da escola… enfim, acho que isso não é nem um pouco estimulante! Nem para as crianças nem para os professores, nem para os pais!

 

E para contrapor um pouco essa enxurrada de belas adormecidas, príncipes e bruxas que está acontecendo aqui em casa, aí está a lista de eventos, filmes e livros que temos oferecido para nossa filha:

 

- Menininha: peça encantadora (não encantada!), onde Laura estreou como público teatral quando tinha um ano e meio. Toda a história é contada com as músicas de Toquinho e Vinícius de Moraes, além de Chico Buarque e Adriana Calcanhoto, com uma bailarina palhacinha. Vimos no Centro Cultural do Banco do Brasil e agora está em cartaz em Brasilia. Leia aqui neste link.

 

- Palavra Cantada: grupo musical maravilhoso, que produz músicas de qualidade, com riqueza instrumental e letras inteligentes. Eles também cantam algumas canções populares, fazendo interpretações originais. Desde que começou a ver dvds, Laura assiste os clipes desse grupo, e agora sabemos que eles estão no cinema, em 3D! Leia mais aqui neste link da Revista Crescer.

 

- Atividades no Instituto Moreira Salles: Todos os sábados, a partir das 17hs, o Instituto oferece atividades diversas para as crianças. Além de participarem de ateliês infantis, contações de histórias, oficinas de trabalhos manuais etc, elas desfrutam de um ambiente aberto muito agradável e salas de exposição que têm sempre algo interessante. O Moreira Salles está presente no Rio e em São Paulo além de promover eventos em outras cidades brasileiras. Veja aqui neste link a programação infantil que está rolando no Rio, sempre gratuitamente.

 

- Um gato em Paris (Une vie de chat): Assistimos esse no cinema, semana passada. Laura ficou compenetrada do início ao fim! É a história de um gato preto que vive entre a casa de uma menina, que não fala e acabara de perder o pai, e a casa de um ladrão da noite. Cheia de mistérios, a animação aborda temas infantis e adultos: a perda, a amizade, a relação mãe e filha, o medo, etc. Agora o filme faz parte do Festival de Animação à Francesa, que é imperdível! Dá uma olhada na programação, que acontece no Rio e em Porto Alegre, de 04 a 27 de Novembro.

 

- Teatro de bonecos Papa Vento: vimos a primeira vez na festa de uma amiguinha da Laura na casa de festas Jardim Secreto, que tem toda uma proposta alternativa e super interessante. Mas, depois ficamos sabendo que o grupo se apresenta todo primeiro sábado do mês no Jardim Botânico do Rio. Eles interpretam histórias conhecidas, mas sempre inserindo um toque mais brasileiro. Melhor ainda são as peças exclusivas, que fogem um pouco dessa “moral” tipicamente cristã, meio medieval, que está em praticamente todos os contos de fada. Na última apresentação que vimos, a “mocinha” tinha que enfrentar um monstro para seguir a carreira que escolheu, e fez isso com astúcia e inteligência, com a ajuda de um vovô jardineiro. Muito legal! Aqui neste link você fica sabendo mais sobre o grupo.

 

- Os dez patinhos: livro infantil, escrito por Graça Lima, uma artista visual, que, neste livro, também mostrou que é poeta. A típica história de subtração, contada em músicas tradicionais (lembra da música mineira das dez irmãs numa casa, e dá um tangolomango em cada uma?), mas que aqui vira cômica. Além da bela ilustração, das rimas, e dos patinhos (que as crianças amam!), o livro traz um jogo de tabuleiro, para incentivar a aprendizagem dos números. Ele foi lançado ano passado e é uma das nossas mais novas aquisições! Dá uma olhada na nossa loja virtual, pra conhece melhor, neste link.

 

Bom, eu poderia dar muitas outras dicas! Mas, aí o post vai ficar gigante. E, espero que vocês também me deem suas dicas e suas opiniões sobre a escola aqui, e lá no Mamatraca.

 

**Outra dica: a What Mommy Needs está dando 25 reais de desconto para as 9 primeiras participantes a enviarem videos sobre o tema para o Mamatraca!

O que é mais estranho: bebê que usa fralda de pano ou boneca que usa fralda descartável?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O que há de estranho em uma família moderna adotar as fraldas de pano? Certamente, todo mundo tem várias respostas pra essa questão. Parece um retrocesso lavar fraldas quando o mercado oferece uma gama de descartáveis, prometendo noites inteiras sem vazamentos, géis poderosos que mantém a pele do bebê seca, super ultra mega conforto, e nenhum trabalho! As propagandas são as mais fofas e, de acordo com minha humilde opinião de mãe que tem uma filha de pele super sensível e alérgica, são as mais enganosas também (já notaram as propagandas que colocam bebês competindo pela atenção de uma bebezinha, na qual ela desdenha alguns e escolhe o outro por causa da bendita marca de fralda descartável? Alguém já disse que é tipo uma propaganda de cerveja para os machos recém-nascidos!).

Mas, a ideia é falar de como pode ser estranho (ou não) algumas famílias, hoje, escolherem as fraldas de pano em detrimento das descartáveis, mesmo que seus bebês não tenham exatamente uma alergia. Tem gente fazendo essa escolha porque acredita que ela é a escolha certa para o planeta. O que significa que são heróis ou mártires do meio ambiente? Não. O que significa que há pessoas que compreendem o nexo entre o bem estar do planeta e o seu próprio bem estar. Até porque, hoje, não é necessário um grande sacrifício para se usar as fraldas laváveis: elas lavam facilmente na máquina, junto com as demais roupas da família, são de qualidade durável, preços acessíveis, e já existem diversos acessórios biodegradáveis que tornam seu uso ainda mais prático, como os forros de proteção (os liners, que evitam que as fezes causem muita sujeira) e os detergentes e essências especiais para evitar o mel cheiro. Então, estranho me parece mesmo que a geração das nossas mães tivesse que lavar as fraldas (sem máquinas nem forros), e ainda lutar por um lugar no mercado de trabalho com pouquíssima presença dos homens nas tarefas domésticas!

Atualmente, fraldas laváveis modernas são vendidas em diversos países, e em alguns já existe até um mercado pungente em torno desse produto considerado ecológico. No programa canadense La Vie en Vert (A vida em verde), que aqui no Brasil passa com legendas em português na TV5 Monde, aos sábados,  fizeram um episódio dedicado à escolha da melhor fralda de pano. Eles informaram que no Quebec existem mais de 60 marcas, e que depois de avaliar o impacto que o uso das fraldas de pano e suas oponentes tem para o meio ambiente, o governo decidiu dar um incentivo financeiro para quem opta pelas primeiras. Assim, o próprio governo economiza na coleta e descarte do lixo e incentiva a economia verde, ou seja, o crescimento de empresas ambientalmente sustentáveis. É dessa maneira que esse “novo” velho hábito tem ganhado força no Canadá.


Mas, o estado da arte aqui no Brasil é um pouco diferente. Infelizmente, nossas políticas públicas não costumam incentivar hábitos saudáveis e sustentáveis dentro e fora de casa. A gente cresce habituado a ver lixo jogado nas ruas, crianças crescendo a base de açúcar e fast food, engarrafamentos gigantes, etc. Porque, há um mito de que o Estado não deve “se meter” na vida privada de ninguém – ele se restringe a propagar campanhas midiáticas em prol de mudanças de atitude individuais, mas não cria políticas de apoio aos pais para que estes consigam criar seus filhos, fazendo as escolhas “mais” certas para eles e para toda a sociedade.  

Isso fica mais claro quando observamos as propagandas na televisão. Não há regulação de publicidade aqui, nem para as direcionadas às crianças! É como se a telinha fosse terra de ninguém, aliás, é como se ela fosse palco das guerras entre concorrentes pelos desejos, inclusive os desejos dos pequenos. Se na década de 1980, a novidade era uma bebezinha de plástico que se enchia de água e fazia xixi por um buraquinho, e mais tarde foram as bonecas patinadoras, bomboleadoras, falantes e andantes a base de pilhas, hoje a guerra do mercado de brinquedos e da publicidade para crianças chegou ao ápice da bizarrice: bonecas que fazem cocô de verdade e usam fraldas descartáveis!!!

Falando dessa forma, até parece estranho mesmo que uma boneca use fraldas descartáveis, né?

Mas parece que a gente se acostuma a ver o comercial na tv, ver a Baby Alive nas vitrines, e acha até bonitinho – “Imagina se eu tivesse uma boneca assim na minha infância!”. A gente se ilude com a ideia de que as crianças querem esse realismo todo em suas brincadeiras – ditas de fantasia. A gente é capaz de gastar os tubos com um brinquedo desse, e nem pensa que depois a criança vai pedir as fraldas descartáveis para a boneca, e que elas são até mais caras do que as normais, e que se somarão aos montes de lixo, demorando séculos para se decompor. A gente nem conseguem perceber que já está alimentando um comportamento antiecológico nas meninas, e depois exige que elas sejam “amigas do meio ambiente”.

Mas, não deve ser por acaso que, lá no Canadá, a Hasbro não venda a Baby Alive. Lá tem regulação de publicidade e incentivo público a comportamentos sustentáveis. Agora, nada impede que nós, famílias que estão começando a ter uma consciência ecológica, com as experiências do dia dia, promovamos mudanças em nosso país! É um longo caminho a percorrer. Precisamos encontrar nossos apoios, nossos pares, em associações, Ong’s e empresas que priorizem a sustentabilidade, a assim fazermos também pressão nos governos. Podemos melhorar a cada dia!

Esse texto nasceu, por exemplo, de um belo e rico diálogo que ocorreu ontem em São Paulo, sob a organização do Instituto Alana e seu projeto Criança e Consumo. Fui, orgulhosamente, convidada por essa gente boa, encontrei outras personagens fantásticas da blogosfera e da vida real afora, e voltei com energia renovada para continuar defendendo uma vida mais saudável e denunciando as porcarias que nossas crianças às vezes consomem (aguardem desdobramentos!).

Por enquanto, espero ter contribuído para diminuir o estranhamento quanto ao uso de fraldas de pano em bebês reais, e para despertar o incômodo com a venda de fraldas descartáveis para bonecas. Venha dialogar conosco! Envie também seus incômodos, suas impressões sobre esse assunto. Participe desse debate! Esperamos a contribuição de vocês por email (contato@wmnloja.com.br) ou nos comentários daqui e lá no whatmommyneeds.net.

*Falei sobre a Baby Alive aqui também.

Vídeo: O que fazer neste Dia das Crianças?

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Pra vocês se divertirem e se emocionarem… pelo menos, é o que acontece comigo toda vez que vejo esses pequenos trechos de nossa memória familiar!

Feliz Dia das Crianças para todas elas!

Assista o vídeo clicando aqui.

Roupas para criança, PARA CRIANÇA!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Todo mundo sabe que o mercado de moda no Brasil tem crescido muito. Mas, uma novidade tem me surpreendido: as marcas de vestuário infantil. Elas já existiam, mas agora parece que o mercado de roupas para crianças está mais aquecido. Tenho visto lojas bem diferentes, com roupas estilizadas, às vezes até iguais às roupas de adultos. Falando nisso, até lembro de uma situação tragicômica! Estava andando numa rua bem conhecida na Zona Sul do Rio, procurando uma calça jeans pra mim. Passei em frente a uma loja nova e resolvi entrar. Na coleção, uma estampa de sapatinhos de saltos coloridos chamou minha atenção. Ok, não sou muito de saltos, mas até que eles coloridos numa blusa tomara-que-caia preta ficaram bem bonitinhos… Opa, não era uma blusa, era um vestido tubinho para meninas de 6 anos de idade! A vendedora me avisou quando peguei pra experimentar… Escondi a cara no casaco e dei meia volta.

Então, de fato, com o crescimento do setor de vestuário no Brasil, a gente encontra uma enorme diversidade. Para as crianças, você encontra de tudo! Coisas lindas e desconfortáveis, como roupas sociais para se em casamentos e festividades, e coisas simples e bastante usuais – como os crocs, que viraram febre! Sem falar, nas aberrações, com os sutiens de bojo para meninas que ainda nem tem seio!

O que tenho gostado mais é de marcas que misturam conforto, beleza e um estilo inspirado na infância. Sabemos que as crianças gostam de brincar de ser adultas, gostam de nos imitar, calçar nossos sapatos, vestir nossas roupas e bijous, mas a essência não é o amadurecimento precoce, é a brincadeira de faz de conta! E se a gente transforma a fantasia em realidade ipsis litteris, perde o espírito da coisa. Criança gosta de brincar, e a gente tem que respeitar esse item tão importante do desenvolvimento.

Mas, não sejamos ingênuos… o mercado não vai ser sempre nosso parceiro na hora de ofertar  produtos e serviços para o público infantil. Tem marca que prefere ganhar com as compras por impulso. Por exemplo: aninha, no auge de seus 6 anos, está passando em frente a uma loja de roupas e sapatos para crianças e se depara com uma vitrine à la princesas, com um manequim feminino vestido com um tubinho rosa e uma sandalinha de cristal (com um saltinho), coroada com uma tiara cintilante sobre os cabelos de náilon cuidadosamente loiros e escovados. Nas mãos o manequim segura uma varinha de condão, mas sem esquecer a bolsa à tira colo. Aninha fica deslumbrada com a cena que mistura realeza com a “roupa da mamãe”, e pede, pede, pede, uma igual àquela.  Porque, na linguagem dela, ter uma roupa igual é ser igual à princesa e, de quebra, adulta como a mamãe. E tem que ter certa racionalidade fria para resistir ao choro e explicar para a filha que aquela roupa não é adequada, que ela não vai conseguir brincar de pique com aquela sandália e tal.

Mas, tem marcas que priorizam o conforto, que sabem que o dia dia das crianças pequenas é 90% brincadeira e diversão. E assim, fazem desde roupas simples até mais incrementadas, sem se esquecer de quem irá vesti-las.

E é aí que eu aproveito para apresentar a proposta da coleção de roupas multimarcas da What Mommy Needs! Nós queremos que as crianças, pais, mães, avós, tias e tios conheçam uma alternativa que, além de confortável e linda, é ecológica!

Nossas roupas são de algodão orgânico – ou seja, que nasce colorido e dispensa o processo químico da coloração (que é altamente agressivo e poluente), de marcas nacionais e importadas. Temos desde bodies para babês até pijama, vestidos e uma jardineira linda! Além disso, vendemos também as camisas super interessantes da Futuro do Presente, que são feitas com PET reciclado e estampam mensagens educativas e inteligentes.

Eis aí, então, algumas das imagens de nossa nova campanha: Porque Brincar é Natural! Você pode levar o banner para o seu blog ou site, se quiser nos ajudar a divulgar. E depois de comprar, se quiser deixar seu depoimento estampado em nosso site oficial, é só mandar um email para contato@wmnloja.com.br.

Aproveite!

E se você mora no Rio de Janeiro (cidade), aproveite a Promoção Frete Fixo. Faça seu pedido por email, e pague apenas R$8,00!!!

Balanço da Bienal: livros politicamente corretos para crianças

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Fui à Bienal do Livro aqui no Rio, no último domingo. Nos preparamos para ir cedo, chegar as 10h, carregar lanchinhos de casa (para diminuir o tempo em filas e comer coisas mais saudáveis e gostosas, porque a qualidade da comida nesses eventos é péssima!), e voltar antes do almoço. Assim, conseguimos evitar o fluxo da tarde.

Não conseguimos ver todos os pavilhões. Se não fosse o último dia, iríamos de novo! Mas, vou logo adiantando o balanço final: super positivo!

Não sei se eu tenho olhos muito tendenciosos, mas reparei numa coisa muito legal. Há várias opções de livros infantis com conteúdo mais crítico, ou seja, que fazem críticas sociais, que convidam as crianças a participarem dos grandes debates contemporâneos. Quer dizer, livros que inspiram os pequenos a conhecerem seus direitos, a aceitarem as diferenças, a conhecerem diferentes culturas, etc. Algumas pessoas usariam o termo “politicamente correto” para definir esses livros, mas sei que na maioria das vezes ele é usado de forma pejorativa – que pena.

Aí vão alguns exemplos:

 

- O melhor livro de todos, que eu gostei demais e gostaria de dar de presente para cada criancinha desse mundo: “Les plus belle berceuse du monde”. É um livro francês, com cd, que tem ilustrações maravilhosas, e canções de ninar e músicas de roda, de diferentes culturas. São 23 músicas: 4 africanas, 4 créoles, 4 distribuídas entre Ukrania, Russia e Polonia, 4 ligadas a cultura judaica, 3 da língua portuguesa, inclusive do Brasil, e 4 do Oriente, incluindo China e Japão. Em cada grupo de músicas, há os créditos dos artistas que fizeram as ilustrações, dos músicos que gravaram a canção, e para cada música, um pequeno texto explicativo. Aliás, cada música tem uma página ilustrada com a letra original e a tradução para o francês. Não sei o que é mais lindo, as ilustrações ou as canções! Veja neste link do What Mommy Needs.Net uma palhinha da segunda música do livro.

Essa chama-se Nkwihoreze (Eu vou te consolar), e é da Ruanda. A ilustradora é Élodie Nouhen.

O único problema é que ele não tem versão em português. O meu comprei no stand da Livraria Francesa.

- O segundo melhor livro que vi por lá é a versão ilustrada, para crianças, da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O título de capa é “Nascemos livres”, e ele também é uma coletânea das mais lindas e criativas imagens de artistas de diversos países do mundo. Essa imagem abaixo é de Marcia Williams.

- O terceiro livro que recomendo é o “As panquecas de Mama Panya”, que é da mesma editora do anterior, a SM. Aliás, essa editora é muito especial, porque nos oferece um catálogo maravilhoso de livros sobre os temas mais interessantes e que são dificilmente direcionados para o público infantil. Por exemplo, nela também encontrei um livro para crianças de 8 a 12 anos sobre a inclusão social nas escolas, um sobre separação dos pais para crianças pequenas, e um livro sobre o prazer da leitura para os pequenos que estão começando no letramento, “O monstro que adorava ler”. Mas, voltando ao título que recomendei, quero dizer que além de ser uma obra de arte, com ilustrações originais, “As panquecas de Mama Panya” é um livro sobre a vida cotidiana de um menino africano, do Quênia. O enredo se passa na ida de mãe e filho ao mercado, para comprarem os ingredientes para uma panqueca, e aproxima o nosso mundo ocidental – etnocêntrico – à vida na aldeia de Adika, o protagonista. A história faz parte de uma coleção genial chamada “Cantos do Mundo”, que tem o objetivo de apresentar diferentes culturas para as crianças, fugindo dos estereótipos.

Além desses títulos, vi outros que falam da cultura afro, ou que colocam o protagonismo de personagens negros, como bailarinas, anjos, princesas, deslocando-os dos papéis estereotipados e racistas comuns. Há os livros que trazem assuntos polêmicos, como a fé, a religiosidade, a melancolia e o bullyng. Enfim, não sei se estou mais “focada” nisso agora, mas reparei que a oferta de livros está muito mais variada e de melhor conteúdo do que na minha infância! Claro que ainda há espaço para os contos de fadas waldisneyanos, os livros fofos de bichinhos e fadinhas, e tal. Mas, acho ótimo que agora, mesmo dando também os livros besteirol, posso contar com a ajuda de outros mais interessantes no manejo de questões difíceis ou polêmicas com minha filha. Certamente, em algum momento terei que abordar o tema “preconceito” com ela, e será muito bom poder fazer isso de forma lúdica com uma história bonita e bem ilustrada.

Por isso eu sou sim totalmente a favor dos livros “politicamente corretos”. E esse ano, a Bienal arrasou nessa matéria! Parabéns às editoras que nos oferecem esses livros! Meus sinceros agradecimentos de mãe, blogueira e lojista ecológica! : )

*você também pode ler este post em: http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/balanco-da-bienal-livros-politicamente.html

Blogagem coletiva e resultado do sorteio

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que é consumo consciente pra você?

Algumas leitoras do blog What Mommy Needs aceitaram o desafio de respoder à pergunta para participar de nossa blogagem coletiva. Cada uma escreveu sobre o que pensa e como pratica uma forma mais sustentável de consumir no dia dia. Eu aprendi muitas coisas legais e resolvi adotar algumas dessas ideias, como a substituição de potes de plástico pelos de vidro, a premiação da empregada doméstica pela economia de energia e gás, a reutilização de recipientes, etc.

Agora vamos conhecer cada uma das participantes com seus blogs, e apresentar a vencedora do sorteio de uma camisa Planeta Minha Casa de algodão orgânico da Natural Fashion. O número de cada uma na lista abaixo foi usado para o sorteio feito com o Random.org.

1 – Mariana MT do blog Mamãe sem Firulas

2 – Ana Cláudia Bessa do blog Futuro do Presente

3 – Vanessa do blog Mãe é tudo igual

4 – Anne do Mammi Super Duper

5 – Luciane do blog Descobertas

6 – Melissa Marsden do blog Dicas da Mel

7 – Eu, Carolina Pombo!

(não incluí meu número nem o da Melissa no sorteio, só postei o link aqui pra quem quiser ler)

E a vencedora é…

Vanessa do blog Mãe é tudo igual! Parabéns Vanessa! Agora é só enviar seu endereço para o email: contato@wmnloja.com.br, que enviaremos o presente. Não esqueça de escrever no email também o tamanho da camisa (2, 4 ou 6).

A todas agradeço muitíssimo a participação! Obrigada por aceitarem o desafio e nos ajudarem a melhorar a cada dia nossas práticas de consumo!

Vejam abaixo o print screen que tirei da tela do Random.org: